Perguntas frequentes
As perguntas que mais aparecem no suporte, com respostas diretas. Cada uma tem a versão longa no guia correspondente.
Antes de migrar
Preciso desligar o e-mail antigo antes de começar?
Não. A cópia lê a caixa antiga sem alterar nada, e o servidor continua recebendo normalmente. O corte acontece quando você muda o registro MX — e o recomendado é rodar a migração mais uma vez depois disso, para buscar o que chegou no intervalo.
As caixas precisam existir no destino?
Sim. O MailSync copia mensagens para caixas que já existem; ele não cria contas no servidor de destino. Crie todas antes, com as senhas anotadas — uma caixa inexistente aparece como falha no teste de acesso.
Posso migrar de qualquer provedor para qualquer provedor?
Desde que os dois falem IMAP, sim — e praticamente todos falam. Microsoft 365 e Google Workspace exigem OAuth em vez de senha, com um guia próprio para cada um. Sistemas que não são IMAP (como caixas POP3 apenas, ou arquivos .pst no computador do usuário) não entram.
Preciso instalar alguma coisa?
Não. Tudo acontece no navegador, e a cópia roda nos nossos servidores. Você pode fechar a aba, desligar o computador e voltar depois para ver o progresso.
Durante a migração
Quanto tempo demora?
Depende muito mais do servidor de origem do que do tamanho da caixa: hospedagens compartilhadas limitam a velocidade e o número de conexões. Como referência: 1 GB costuma levar de 10 a 25 minutos; 5 GB, de 1 a 3 horas; 15 GB, de 4 a 10 horas. Várias caixas são copiadas ao mesmo tempo, então dez caixas não demoram dez vezes mais que uma.
Posso usar o e-mail enquanto a migração acontece?
Pode, nos dois lados. Mensagens que chegarem depois do início são pegas na próxima execução.
Posso rodar a mesma migração de novo? Vai duplicar?
Pode, e não duplica. A cópia é incremental: antes de gravar, o MailSync compara com o que já existe no destino e pula o que está lá. Rodar de novo é justamente o procedimento recomendado depois da mudança do MX.
O que acontece se a migração for interrompida?
Nada se perde. Ao rodar de novo, a cópia continua de onde parou — o que já foi copiado é reconhecido e pulado. Quedas de conexão durante a cópia são tratadas com reconexão automática.
Uma conta falhou e as outras não. E agora?
Cada caixa é independente: a falha de uma não afeta as demais. Abra a conta, veja o motivo, corrija (quase sempre é senha) e use Tentar novamente só naquela conta.
O que é copiado
As pastas e subpastas vêm junto?
Vêm, com a hierarquia inteira. Pastas especiais — Enviados, Rascunhos, Lixeira, Spam — são casadas com as equivalentes do destino mesmo quando o nome muda de idioma, então Sent vira Itens Enviados sem criar pasta duplicada.
As datas das mensagens são preservadas?
Sim, tanto a data de envio quanto a data em que a mensagem chegou à caixa. Nada aparece no destino como se tivesse chegado hoje.
E as mensagens lidas, não lidas e sinalizadas?
O estado de cada mensagem é preservado: lida, não lida, respondida, sinalizada.
Contatos e agenda são migrados?
Não — eles não vivem no IMAP, que transporta só e-mail. Microsoft 365 e Google Workspace têm exportação própria de contatos (.csv) e agenda (.ics). Regras, filtros e respostas automáticas também ficam no servidor antigo e precisam ser recriados.
Por que o número de mensagens ficou diferente no destino?
Três motivos comuns, todos normais. No Gmail, uma mensagem com marcador aparece na pasta do marcador e também em “Todos os e-mails”, então o total de origem é inflado. Mensagens que já existiam no destino são contadas como duplicadas e não recopiadas. E pastas excluídas de propósito (lixeira, spam) não entram na conta.
Saí do Gmail e a pasta “Todos os e-mails” ficou com 1 de 8.801. Perdi mensagens?
Não perdeu nenhuma. No Gmail essa pasta não guarda cópias: é a mesma mensagem vista por outro rótulo. Se ela fosse copiada inteira, cada mensagem chegaria duas vezes no servidor novo — uma na pasta dela, outra ali. O MailSync migra essa pasta por último e não repete o que já foi, então ela termina quase vazia de propósito. A tela da caixa mostra quantas mensagens isso poupou, no cartão Todos os e-mails (Gmail), e marca a pasta com “rótulo, não cópia”. Saindo de Gmail para Gmail nada disso se aplica: lá os marcadores viajam como marcadores. Mais detalhes em OAuth no Google.
Segurança
O que vocês fazem com as senhas das caixas?
Ficam cifradas no banco e são usadas só durante a cópia. Elas nunca aparecem na tela nem no registro da migração — o painel mostra apenas se o acesso funcionou. Terminada a migração, você pode apagar o lote e as credenciais somem junto.
Vocês guardam meus e-mails?
Não. As mensagens são lidas do servidor antigo e escritas no novo durante a cópia — não fica cópia nossa, nem índice, nem backup do conteúdo. O que guardamos é o endereço da caixa, os nomes das pastas e a contagem de mensagens, para mostrar o andamento e comprovar o que foi copiado. Os detalhes estão na Política de Privacidade.
Por quanto tempo vocês ficam com a senha da minha caixa?
Sete dias depois que a cópia termina. Passado esse prazo ela é apagada automaticamente, e rodar a mesma caixa de novo vai pedir a senha outra vez — o lote avisa quando é o caso, e o botão da chave resolve em um clique. Enquanto está guardada, fica cifrada e não aparece em nenhuma tela, nem para nós.
Como eu apago tudo o que vocês têm sobre mim?
Em Sua conta → Privacidade há dois botões: um baixa tudo o que guardamos num arquivo, e o outro encerra a conta e apaga os dados. Os dois pedem a sua senha. Se você já pagou alguma migração, guardamos apenas o registro fiscal do pedido pelo prazo que a lei exige — o resto sai na hora.
Vocês leem o conteúdo das mensagens?
Não. As mensagens passam pelo servidor durante a cópia e não são armazenadas: o que fica gravado é o registro técnico da migração — nomes de pastas, quantidades, tempos e erros.
A conexão é criptografada?
É. O padrão é IMAP sobre SSL/TLS na porta 993, dos dois lados. Conexão sem criptografia só acontece se você mudar isso de propósito nas opções avançadas, e o painel avisa.
Dá para proteger minha conta do painel com dois fatores?
Dá, e vale a pena: a conta guarda as credenciais das caixas migradas. Ligue em Minha conta → Segurança, com qualquer aplicativo autenticador.
Preço e teste
Como funciona o teste grátis?
Toda conta nova recebe um crédito de cortesia que migra uma caixa de até 1 GB. Ele é consumido quando você usa, e não quando cria a conta — dá para experimentar o painel, criar lotes e medir tamanhos sem gastar nada.
Quanto custa?
Por caixa, e a faixa depende do tamanho medido: até 5 GB, de 5 a 15 GB, de 15 a 40 GB e acima disso. Você vê o valor exato depois da medição, antes de pagar qualquer coisa — e há desconto por volume a partir de dez caixas.
Pago antes ou depois de saber o tamanho?
Depois. A ordem é: cadastrar as contas, testar o acesso, medir o tamanho, ver o orçamento e então pagar. Nenhuma caixa é cobrada sem ter sido medida.
E se eu pagar e a migração falhar?
O crédito fica vinculado à caixa e não se perde: você corrige o que falhou (senha, permissão, espaço no destino) e roda de novo, sem pagar de novo.
Opções especiais
Dá para migrar só os últimos meses?
Dá. Em Opções avançadas → Mensagens, “copiar só o que for mais novo que N dias” recorta o período recente — 365 traz o último ano, por exemplo. A opção vizinha faz o contrário, e as duas juntas recortam um intervalo.
Dá para apagar da caixa antiga o que já foi copiado?
Dá, e é irreversível. A opção existe para quem está esvaziando uma caixa cheia durante a mudança. Antes de ligá-la, rode uma migração normal e confira o destino — depois não há de onde recuperar.
Dá para deixar pastas de fora?
Dá. Em Opções avançadas → Pastas você lista as que não devem vir, uma por linha. Lixeiras e arquivos antigos gigantes são os casos mais comuns — e como o preço depende do tamanho, excluir o que não interessa também sai mais barato.
Filtrei por assunto e a tela mostra "210 de 84.753". Faltou copiar o resto?
Não faltou. O segundo número é o tamanho da caixa; o primeiro é o que casou com o
filtro e foi copiado. O cartão Filtro de mensagens, na tela da caixa, diz qual
filtro valeu e quantas mensagens casaram com ele, e a árvore de pastas conta da mesma
forma — 90 / 90, e não 90 / 29.390. O que não casou não foi
esquecido: não foi pedido.
Esqueci uma caixa. Preciso criar outro lote?
Não. O botão Adicionar contas, no cabeçalho da tabela de contas, acrescenta ao lote que já existe — uma caixa preenchida na tela ou um arquivo com várias. O que já foi copiado continua copiado; só a conta nova precisa passar pelo teste de conexão antes de o lote poder começar de novo. Se a caixa que você digitou já estiver no lote, o MailSync avisa em vez de copiar duas vezes.
Dá para deixar a migração começar de madrugada?
Dá, e costuma ser a melhor hora: copiar e-mail consome banda, e de madrugada ela está livre. No botão do calendário, escolha o dia, o horário e pronto — o lote começa sozinho. Pode marcar mais de um horário no mesmo lote, que é como se faz a segunda passada, aquela que leva o que chegou depois da primeira.
Posso testar sem copiar nada?
Pode: ligue Apenas simular nas opções avançadas. O MailSync percorre tudo, monta o relatório e não grava nada no destino.
Quando algo falha
“Falha de conexão no usuário de origem” — o que fazer?
O servidor da caixa antiga recusou o acesso. A mensagem diz logo em seguida a causa, e ela muda o que você precisa corrigir:
- usuário ou senha incorretos — confira o endereço completo (muitos
servidores pedem
nome@dominio, não sónome) e a senha. - esta conta exige senha de aplicativo ou OAuth — é o caso do Gmail com verificação em duas etapas. Use OAuth ou gere uma senha de aplicativo.
- o login com senha está desativado nesta conta — típico do Microsoft 365, que desligou a autenticação básica. Use OAuth.
- o token de acesso foi recusado / expirou — o problema é na configuração OAuth, não na senha. Revise as permissões concedidas ao MailSync.
- o servidor bloqueou temporariamente por excesso de tentativas — a senha está certa. Espere alguns minutos e rode de novo, com menos contas em paralelo.
Trocando “origem” por destino, é a mesma coisa do outro lado: a caixa nova. Essa palavra é a parte mais importante da mensagem — é ela que diz qual das duas contas corrigir.
Preciso apagar a conta para corrigir a senha?
Não. Na tela da conta há o botão de trocar a senha; depois é só rodar a migração de novo. O que já foi copiado não é copiado outra vez.
A migração parou no meio. Perdi o que já tinha sido copiado?
Não. Toda execução compara as duas caixas antes de copiar, então recomeçar continua de onde parou — nada é duplicado e nada é refeito à toa.
Onde vejo o erro completo, com o texto do servidor?
No cartão Execuções, na tela da conta: cada passada tem o botão que baixa o registro dela. O painel mostra a explicação em português; o arquivo traz a conversa inteira com os dois servidores, linha por linha — é o que o suporte pede quando a causa não é óbvia.
Rodei a migração de novo e diz “1 mensagem copiada”. Deu errado?
Deu certo — e é assim que tem de ser. Cada execução compara as duas caixas antes de copiar e só traz o que ainda não chegou. Se a passada anterior já levou tudo, a seguinte não tem o que fazer além do que chegou no intervalo.
Os cartões do topo da tela mostram a última execução, e é isso que engana. Logo abaixo deles, o cartão Execuções mostra uma linha por passada, com o que cada uma copiou e quanto já estava no destino. Numa caixa de verdade ficou assim: a primeira levou 5h33 e copiou 8.771 mensagens; a segunda levou 5 minutos, copiou 1 e encontrou as outras 8.771 prontas.
A caixa foi tentada duas vezes. Consigo o registro da primeira?
Consegue. Cada execução grava o seu próprio arquivo, e o cartão Execuções lista todas — na ordem em que rodaram, com o que cada uma copiou e o botão de baixar o registro daquela passada. O registro da medição de tamanho fica no fim da mesma lista. Numa caixa que falhou e depois deu certo, o arquivo que explica o que houve é o da passada que falhou.
Não achou sua dúvida? Escreva para suporte@viniciusrrocha.com.br com o nome do lote e, se houver, o registro da migração da conta que falhou (botão cartão Execuções, na tela da conta). Com o registro em mãos, a resposta costuma vir na primeira mensagem.